domingo, 8 de abril de 2018

Curso Paralímpico



Está aberta inscrição para Curso Paralímpico para jovens de 8 a 17 anos com qualquer tipo de deficiência.
Este curso ainda não começou por falta de inscrições.

As vagas são para escola de iniciação de esportes Paraolímpicos.

Email oficial, para inscrição, dúvidas etc.

formacaoesportivaparalimpica@cpb.org.br















sábado, 24 de fevereiro de 2018

Inclusão de Pessoas com Deficiência




Inclusão de Pessoas com Deficiência
Ao incentivarmos equipes com constituições diversas, nosso objetivo é promover a criatividade e a inovação que surge a partir da interação de pessoas com diferentes trajetórias. 
Dessa forma, entendemos a deficiência como uma característica dentre as muitas que um indivíduo pode ter. Por isso, focamos a realização de um processo de inclusão e de acessibilidade que possibilite o desenvolvimento das competências do colaborador e de suas perspectivas de carreira.


Logo Itaú
https://www.itau.com.br/carreira/diversidade/inclusao-de-pessoas-com-deficiencia/

SENAI-SP e SESI-SP Recrutam Pessoas com Deficiência e Reabilitados do INSS

https://curriculo.sesisenaisp.org.br/pcd/arteweb?tipooper=2


Comprometidos com a Integração Social, o SESI-SP e o SENAI-SP recrutam Pessoas com Deficiência e Reabilitados do INSS para futuras oportunidades de vaga em todas as unidades do Estado de São Paulo.








quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Residência Inclusiva

Destinada a jovens e adultos com deficiência em situação de dependência, a Residência Inclusiva é uma modalidade de serviço de acolhimento do Sistema Único de Assistência Social - SUAS. Ela está organizada em pequenos grupos de até 10 pessoas por residência, cuja acolhida e convivência promove o desenvolvimento de capacidades adaptativas à vida diária, autonomia e participação social. Atua em articulação com os demais serviços no território para garantir a inclusão social dos residentes.

Segundo o Censo Demográfico 2010, do IBGE, 45,6 milhões de brasileiros ou 23,9% da população total, têm algum tipo de deficiência - visual, auditiva, física ou intelectual; 25,8 milhões (26,5%) são mulheres, 19,8 milhões (21,2%) são homens. Do total, 38,4 milhões de pessoas vivem em áreas urbanas e 7,1 milhões em áreas rurais. Destas pessoas, que corresponde a aproximadamente a ¼ da população total do país, 6,7% tem alguma deficiência severa e apresenta algum grau de dependência, dentro dos tipos de deficiência acima.

O conceito de “Pessoa com Deficiência” está em evolução. Construído historicamente, vem rompendo com a ótica cujo foco estava nas supostas “limitações” da pessoa com deficiência, e traz para os momentos atuais a reflexão sobre as diversas barreiras (físicas, arquitetônicas, atitudinais, de comunicação, etc.) impostas pela coletividade e que impedem o pleno desenvolvimento de todos os seus cidadãos. 

A Residência Inclusiva tem o propósito de romper com a prática do isolamento, de mudança do paradigma de estruturação de serviços de acolhimento para pessoas com deficiência em áreas afastadas ou que não favoreçam o convívio comunitário. São residências adaptadas, com estrutura física adequada, localizadas em áreas residenciais na comunidade. Devem dispor de equipe especializada e metodologia adequada para prestar atendimento personalizado e qualificado, proporcionando cuidado e atenção às necessidades individuais e coletivas. Tem como finalidade propiciar a construção progressiva da autonomia e do protagonismo no desenvolvimento das atividades da vida diária, a participação social e comunitária e o fortalecimento dos vínculos familiares com vistas à reintegração e/ou convivência. 

O público atendido nas Residências Inclusivas são jovens e adultos com deficiência, em situação de dependência, prioritariamente beneficiários do Beneficio de Prestação Continuada-BPC, que não disponham de condições de autossustentabilidade ou de retaguarda familiar e/ ou que estejam em processo de desinstitucionalização de instituições de longa permanência. O público pode ser misto, isto é, poderão conviver na mesma residência pessoas acima de 18 anos com diferentes tipos de deficiência, devendo ser respeitadas as questões de gênero, idade, religião, raça e etnia, orientação sexual e situações de dependência.

Recomenda-se que a capacidade seja para até 10 jovens e adultos com deficiência, em situação de dependência, por Residência Inclusiva, evitando em uma mesma residência todas as pessoas com total dependência. É importante fortalecer possibilidades de interação entre os residentes. 

O funcionamento é ininterrupto (24 horas).

Os objetivos do Serviço de Acolhimento Institucional para Jovens e Adultos com Deficiência, ofertado na Residência Inclusiva são: 
 Ofertar de forma qualificada a proteção integral de jovens e adultos com deficiência, em situação de dependência; 
 Promover a inclusão de jovens e adultos com deficiência, em situação de dependência, na vida comunitária e social; 
 Contribuir para a interação e superação de barreiras; 
 Contribuir para a construção progressiva da autonomia, com maior independência e protagonismo no desenvolvimento das atividades da vida diária.

Contato

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Secretaria Nacional de Assistência Social 
Departamento de Proteção Social Especial
Coordenação Geral de Serviços de Acolhimento
Nome: Mariana Neris – Coordenadora Geral de Serviços de Acolhimento 
Técnicas de Referência: Niusarete Lima e Joelma Soares
Tel. (61) 2030.3175
E-mail: protecaosocialespecial@@mds.gov.br



quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

'É preciso que os pais denunciem a exclusão'

'É preciso que os pais denunciem a exclusão'
Advogado revela que lutar pelo filho autista e a inclusão de todas as crianças especiais é sua razão de viver
Advogado, professor e presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Santos, Cahuê Alonso Talarico, pai de um autista, revela que lutar pelo filho e a inclusão de todas as crianças especiais é sua razão de viver. Confira a entrevista:
Diário – A batalha é árdua?
Cahuê Talarico – Sim, principalmente para que as crianças com deficiência sejam efetivamente incluídas nas escolas particulares que, geralmente, não atendem por conta da questão financeira. Não querem gastar com reformas que permitam acessibilidade arquitetônica. Não querem colocar rampas, balcões mais baixos, eliminar degraus e outras coisas básicas. A inclusão também não ocorre nas escolas públicas.
Diário – As barreiras físicas acabam sendo também psicológicas?
Talarico – Sim. Para quem vive a realidade do deficiente, você não proporcionar acessibilidade física já dá entender ou simboliza que o cadeirante, por exemplo, não é benvindo na escola. No mínimo, deixa claro que se o deficiente quiser estudar terá que aceitar a situação e se virar. 
Diário – Isso ocorre em vários locais.
Talarico – Temos denúncias até de universidades em que o cadeirante está sendo carregado por conta de elevador quebrado. Outras com sérios problemas de acessibilidade. Estamos pensando em levar tudo para o Ministério Público Federal. 
Diário – Com relação às escolas, o que você está fazendo?
Talarico – Enviando questionário para todas. Depois, vamos verificar in loco se o que elas respondem faz sentido. É um trabalho da OAB em parceria com o Ministério Público que poderá, ou não, judicializar a questão em caso de ­resistência.   
Diário – Qual será o passo seguinte?
Talarico – Vamos dar um prazo para as adaptações necessárias com cronograma de obras. Com relação à barreira atitudinal, dependemos dos pais. É preciso também saber se o material didático também é inclusivo. Precisamos ter certeza que o aluno não está sendo prejudicado. É preciso que os pais denunciem a exclusão. Não pode ter medo. Só chega denúncia de escola pública, particular não chega. 
Diário – Quanto tempo você acredita que ainda vai demorar para que as pessoas se conscientizem? 
Talarico – A lei de inclusão existe, mas não vivemos  uma sociedade inclusiva. A exclusão é uma realidade em todos os locais, infelizmente. Os cinemas não são adaptados totalmente. Um autista, por exemplo, não consegue assistir o filme, principalmente o quem tem mais sensibilidade auditiva e visual. Temos uma parceria com o Grupo Acolhe Autismo e o que promove a Sessão Azul, mas as sessões ainda não abrangem todos. O deficiente auditivo, por exemplo, não conta com legenda ou a janelinha de libras. Também não tem autodescrição para o deficiente visual. 

Projeto de esporte paralímpico da Capital participa de seminário internacional


ESPORTE

Segunda-Feira, 05 de Fevereiro de 2018, 11h:34
Tamanho do texto A - A+

Projeto de esporte paralímpico da Capital participa de seminário internacional

Equipe apresentou trabalhos desenvolvidos no Parque Ayrton Sena na modalidade Petra

Esthéfanie Vila Maior 
Capital News


ANDE
Projeto de esporte paralímpico da Capital participa de seminário internacional
A modalidade Petra, praticada no Brasil desde 2009, é uma das mais recentes opções para atletas com paralisia cerebral
A equipe do Projeto Futuro Paralímpico, desenvolvido no Parque Ayrton Sena, participou de um seminário internacional no Rio de Janeiro. Foram apresentados os trabalhos realizados na modalidade Petra. O VI Seminário Internacional e Curso de Capacitação Técnica da Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE) terminou neste domingo (04). 

A modalidade Petra é praticada no Brasil desde 2009. É uma das mais recentes opções para atletas com paralisia cerebral, que correm com em seus próprios pés apoiados em um suporte. No exterior, o esporte é chamado de Race Running.

Prefeitura de Campo Grande
Projeto de esporte paralímpico da Capital participa de seminário internacional
A modalidade Petra já é realizada com 3 pessoas no Parque Ayrton Senna
Os professores da Fundação Municipal de Esporte (Funesp),  Yara Helena Yule, Andrea Luiz Cavalcante, Luiz dos Santos, Marli Cassoli Antônio Barbosa e Antônio Carlos Barbosa falaram sobre as atividades desenvolvidas no Parque Ayrton Senna.

A responsável pelo Núcleo Paralímpico de Campo Grande, Yara Yule, explica que foi apresentada a trajetória da organização e gestão do esporte paralímpico na Capital. O trabalho, que leva o título de “Projeto RaceRunning - Na perspectiva de um novo olhar para pessoas com paralisia cerebral”, mostrou a evolução do atleta no equipamento que parece uma bicicleta, mas não é. “Ele conta com suporte para o tronco, assento, guidão e três rodas e os atletas usam seus pés para correr ou caminhar”, esclarece.

Sobre o Seminário
O objetivo do Seminário é proporcionar o intercâmbio de conhecimentos e experiências na área de Esportes Paralímpicos, através da exposição de trabalhos em forma de pôsteres ou oral. Capacitar, com conhecimentos técnicos e táticos, profissionais que atuem com as modalidades de Bocha Paralímpica, Futebol de Sete – PC e Petra, nos clubes filiados e vinculados a ANDE e que desenvolvam trabalhos voltados à pratica esportiva das pessoas com paralisia cerebral.

MANDE SUA DÚVIDA PELO FORMULÁRIO DE CONTATO

Isenções de até 30% para Deficiente – Posso Ajudar se Precisar

www.deficienciaeficiente.com.br www.walderezsiqueira.com.br